O Senhor dos Anéis

Os Anéis de Poder

o um anelA Trilogia do Senhor dos Anéis está toda centrada na história do “Um Anel”, o anel forjado na Montanha de Fogo, na Terra das Sombras, único local onde poderia ser destruído.

O “Um Anel” foi forjado por Sauron com o intuito de dominar os muitos anéis de poder criados pelos elfos. Nele Sauron depositou grande parte de sua força de vontade a fim de sobrepujar a força de todos os demais anéis.

Nesta época os elfos haviam criado muitos desses anéis, e praticamente todos eles, ao longo dos séculos, caíram nas mãos de Sauron que os distribuiu entre elfos, homens e anões com a finalidade de torná-los seus escravos e lacaios.

Ocorria que o poder do “Um Anel” era tão grande que quando Sauron o usava, imediatamente tomava conhecimento da localização de todos os demais anéis, dirigindo ocultamente a vontade daqueles que eram seus senhores.

De todos os anéis somente três escaparam da influência de Sauron, e estes foram os anéis chamados Narya, Nenya e Vilya, conhecidos como os anéis do Fogo, da Água e do Ar. Estes foram entregues a sábios que não podiam ser corrompidos pelo poder e pela vontade de Sauron.

Tais anéis foram fundamentais para manter o equilíbrio do poder durante grande parte da Terceira Era, quando o “Um Anel” estava perdido para Sauron.

Galadriel, rainha dos elfos de Lórion, possuía o anel chamado Nenya, o anel de diamante, que conferia grande sabedoria àquele que o usava. A Elrond, senhor de Valfenda, foi dado o anel chamado Vilya, anel da cura, capaz de sarar as feridas do corpo e da alma.

Por último, coube a Gandalf, o mago, a tarefa de ser senhor de Narya, o anel do fogo, que teve papel decisivo em sua luta contra as legiões de Sauron. Todos eles usaram os anéis em segredo e somente ao final da Terceira Era revelaram-se abertamente como senhores de cada um desses anéis.

O anel tem sido representado em todas as culturas como o símbolo de encerramento de uma obra de grande poder.  No esoterismo sagrado o anel é a forma simplificada de simbolizar a Grande Obra, ou seja, fim de um ciclo humano e início de um ciclo divino.

É apresentado, normalmente, como uma serpente que traga a sua própria cauda. Pode ser tanto a serpente dos sábios e Hierofantes sagrados, o Caduceu de Mercúrio, ou a serpente que se arrasta sobre o solo, símbolo da decadência e perversão humana.

Ora, existem ciclos de luz e ciclos de trevas. Pode se viver tanto para as trevas quanto para a luz.  Isso também está magnificamente representado no “Senhor dos Anéis”, através do duelo entre as forças de Sauron e as forças do Conselho Branco dirigido pelo Meio-Elfo Elrond.

A história da humanidade está repleta de exemplos semelhantes, desde os dias atuais até as batalhas míticas entre trevas e luz, numa época antiquíssima, porém real.   Desde que ao homem foithe_five_by_tristan_haohao_content dado o livre arbítrio, ele teve a sua frente, em todos os períodos da história, a opção de escolher qual dos dois caminhos seguir: luz ou trevas.   O caminho da escuridão, o caminho mais fácil, sempre foi o mais procurado.

Este é o caminho das glórias, do poder, da facilidade, do egoísmo, dos desejos desenfreados e da exacerbação e descontrole dos sentidos.   A humanidade tem se mostrada inclinada para esse caminho.  Desde pequenos somos ensinados a viver a vida tendo como objetivo único a conquista de prestígio, prazer, poder econômico e status social.   Isso deve ser motivo de profunda reflexão.

De onde vêm tais idéias?  De onde nasceram esses valores culturais, políticos, econômicos e sociais que impulsionam, com raras exceções, a todos?   A exemplo dos anões e humanos, corrompidos pelo poder dos anéis, o coração humano tem se mostrado facilmente “corrompível” com o brilho do “ouro” social, sexual e monetário.

Em o Senhor dos Anéis nós conhecemos os Nazgûl ou espectros do Anel. No passado reis e senhores entre os homens, corrompidos pelo “Um Anel” e transformados em sombras, mortos-vivos, escravos da vontade maligna de Sauron.   Tais mortos-vivos continuam a existir até nossos dias atuais.

Acaso não existe ainda hoje uma vontade maligna oculta a manipular o mundo? Muitos têm chamado essa vontade oculta de Anti-Cristo ou Loja Negra.   Porém, também tem sido inegável a presença de um poder a contrabalançar o frágil equilíbrio desta humanidade.

Este poder de luz tem estado presente através dos benditos mestres da Sagrada Loja Branca que, de tempos e tempos, são enviados a esta humanidade, trazendo uma doutrina que ensina o oposto do que normalmente aprendemos nos livros, jornais, televisão, cinema e sociedade como um todo.

Esses seres sagrados sempre foram possuidores de uma doutrina revolucionária para o tempo em que estiveram entre nós. Cada qual, a sua maneira, revolucionou o contexto religioso e espiritual de sua época.

Acaso o bendito Jesus não foi banido e crucificado pelo seu próprio povo?  Sócrates não foi obrigado a tomar veneno por ser acusado de estar “corrompendo” a juventude de sua época?  Francisco de Assis não foi banido de sua própria comunidade, porque a forma de vida que ensinava era muito dura e “impossível” de ser vivida por aqueles que se diziam franciscanos?

Todos esses seres de luz, mensageiros divinos de carne e osso, foram profundos conhecedores dos mistérios da alma humana e, tal qual no Senhor dos Anéis, eram possuidores da sabedoria divina, incorruptíveis e senhores dos poderes da natureza.

Graças a esses homens e mulheres temos o conhecimento da existência de um CAMINHO verdadeiro de Luz que pode ser construído. Um CAMINHO individual e único, metafísico, porém tão real quanto o ar que respiramos.   Esta é a Senda da Iniciação, a Senda da Perfeição.

Por este CAMINHO têm percorrido os Budas, os Santos, os Mestres de Poder, os Mestres de Sabedoria, os Mestres de Compaixão, os Cristificados, os Adeptos, os Anjos do Nirvana, os pequenos e grandes iniciados, as Virgens Sagradas, os Guerreiros da Luz e tantos outros.   A todos esses perfeitíssimos seres nos curvamos e bendizemos dizendo: “Benditos sejam por terem existido!”.

Só aos puros e santos é dado o poder concebido pela aliança entre Deus e o homem.
Só aos puros e santos é permitido governar os elementos da natureza e os seres que neles vivem.
Só aos puros e santos é permitido usar o Anel da Grande Obra.

Fonte:
http://www.gnose.org.br

senhor-dos-aneis-a-sociedade-do-anelsenhor-dos-aneis-as duas torreso-hobbit

 

 

 

 

 

 

Silmarilionsenhor-dos-aneis-o retorno do rei

 

 

 

 

 

 

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s