Monstros mitológicos

Cérbero Terrível cão de três cabeças que guarda o portal do mundo dos mortos.

Foi capturado por Hércules (o herói solar, representado por todos os Iniciados que querem encarnar o Cristo Interno por meio da auto purificação, representada pelos 12 Trabalhos de Hércules), que estava realizando um de seus 12 trabalhos, e levado para o rei Euristeu (nosso Ser Interno).

Aparece em vários outros mitos, como o de Orfeu – quando este tanta resgatar sua amada eterna Eurídice. Mas, para tanto, faz Cérbero se amansar com a sua suave música.

Centauros Metade cavalo e metade homem, com a exceção do curandeiro Quíron, eles são geralmente mal-educados e selvagens.

Representam a natureza dos homens com grande estágio de evolução interna, porém, que ainda necessitam depurar seus instintos, desejos e outros estados internos de Consciência.


Medusa – Era uma belíssima ninfa, e por causa de seus belos cabelos ela tinha muitos namorados e pretendentes. Até Poseidon (Netuno) se apaixonou por ela. Disfarçado de pássaro, ele a levou ao Templo de Atenea (Minerva).

Medusa, arrogante e soberba, ousou dizer que a sua beleza era maior do que a da própria Atena. Esta, ofendida, transformou seus belos cabelos em serpentes e seu olhar em energia petrificante.

Perseu conseguiu cortar a cabeça da Medusa, olhando-a refletida na parte espelhada de seu escudo.

Do sangue da ferida de Medusa nasceu Pégaso, o sagrado cavalo branco alado, magnífica representação da necessidade que todos temos de matar nossa Medusa interior, o Ego e todas as suas sujeiras e maldades, e liberar, desengarrafar, nossa Essência Interior.

 

Ciclopes – Filhos de Poseidon e Anfitrite – sua mulher-reflexo – os ciclopes eram gigantes de um olho só, sendo Centau37que este fica na testa. Os ciclopes forjaram os raios de Zeus, o tridente de Poseidon e o capacete da invisibilidade de Hades.

Eram mais de cem, mas todos foram mortos, a flechadas, por Apolo, que queria vingar seu filho Esculápio (Asclépio), fulminado pelo raio de Zeus.

Essa e outras alegorias ciclópicas, como a luta entre Odisseu e um dos ciclopes, nos indicam a necessidade da vitória da razão objetiva do Ser sobre as forças instintivas negativas, primitivas, egóicas, dentro de todos nós.

Greias – em grego, “mulheres velhas”. Quando as gréias vieram ao mundo já eram velhas. Na origem, eram duas: Ênio e Pefredo, às quais, mais tarde juntou-se Deino.

Possuíam um só olho e um só dente, comum às três, dos quais se serviam alternadamente para ver e comer. Tinham mãos de bronze e cabelos de serpentes.

Viviam no Extremo Ocidente, no País da noite, onde o Sol nunca resplandecia.

Tanto as gréias quanto as gorgonas representam as três Fúrias, as três bruxas do mito shakespeariano, e são os mesmos três traidores de todos os mitos e tradições iniciáticas, como no cristianismo (os que traíram a Cristo: Judas, Pilatos e Caifás; na tradição maçônica, com os três assassinos de Hiram Abiff, o Arquiteto do Templo de Salomão, na verdade nosso Templo Interior; e as três fúrias, filhas de Marah, o demônio que tentou Buda).

Górgonas As irmãs mais novas das Greias. Eram monstros alados, horríveis, com serpentes no lugar dos cabelos, petrificavam quem as olhasse nos olhos. Moravam na Lídia, perto do Jardim das Hespérides.

Eram três:

  • Esteno (a violenta),
  • Eríale (a errante)
  • e Medusa (a fascinadora).

Medusa, a rainha delas, era a única mortal das três: nem Eríale nem Esteno ficam velhas ou morrem.

Depois da morte de Medusa, as outras duas foram habitar o portal do mundo dos mortos, com os centauros, harpias e outros seres fantásticos de nossos mundos infernais interiores.

Esses seres fantásticos realmente existem, em nossos mundos atômicos. Basta que consigamos entrar, por meio de nossas meditações profundas, neste Averno interior.

Hidra de Lerna Serpente monstruosa, imaginada com sete, nove, cem ou mais cabeças que, quando cortadas, renasciam se, na parte decepada, não se pusesse imediatamente fogo. Com o sangue da Hidra, Hércules impregnava as suas flechas.

Esse monstro infestava os campos nas proximidades de Lerna, nas vizinhanças de Argos.

Foi o veneno da Hidra que fez com que Quíron ficasse manco e esse seu ferimento não sarava nunca.

Representa nossos estados interiores degradados, nossas paixões, defeitos, e tudo o que há de ruim em nossos Mundos Internos.

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