Deep Web

Deep Web

deepA Deep Web, também conhecida por e Deepnet, Web Invisível, Undernet ou Web oculta, se refere a um conteúdo da World Wide Web que não é indexado pelos mecanismos de busca padrão, ou seja, não faz parte da Surface Web.

Não deve ser confundida com a Dark Internet, que está relacionada à porção da Internet que não pode ser acessada ou que se tornou  inacessível por meios convencionais.

Também não se confunde com a Darknet, que não é uma simples rede de compartilhamento de arquivos, mas uma rede subjacente ou em camadas, onde existem grandes esforços no sentido de se manterem anônimos os dados ali armazenados por seus utilizadores.

A busca na Internet atualmente pode se comparar com o arrastar de uma rede na superfície do oceano: pode-se pescar um peixe grande, mas a maior parte, uma gigantesca quantidade de informação, está no fundo.

A maior parte da informação da Web está enterrada profundamente em sites gerados dinamicamente, não sendo encontrada pelos indexadores e mecanismos de busca padrão.

Estes não conseguem “enxergar” ou obter o conteúdo na Deep Web – aquelas páginas não existem até serem criadas dinamicamente como resultado de uma busca específica. A Deep Web possui um tamanho muito superior ao da Surface Web.

O risco de surfar na Deep Web é, basicamente, a intenção com que se acessa as informações lá dispostas. Por conter páginas com conteúdo ilegal,  as mesmas podem conter vírus, prejudicando a segurança do computador. Importante lembrar que ela também, por ser criptografada e anônima, é muito utilizada por criminosos para execução de negócios a margem da lei.

Estudo feito na Universidade da Califórnia em Berkeley estima que a Deep Web possua mais de 10.000 terabytes de informação, com mais de 300.000 sites, e mais de 1 trilhão de páginas não indexadas. Originalmente, a “deep web” eram os sites “invisíveis” – páginas que, por qualquer motivo, não apareciam em mecanismos de busca, especialmente no Google.

Eram páginas que, para serem encontradas, necessitavam do uso de diversos mecanismos de busca em conjunto, além de ferramentas adicionais e ferramentas de pesquisa individuais de cada site.

DeepWebO termo se popularizou com uma definição mais compacta para se referir aos sites que necessitam do uso de programas específicos para serem acessados.

O mais popular entre eles é o Tor, mas existem outros softwares, como Freenet e I2P.

Com base nas definições mais puras, um site da “deep web” não tem seu conteúdo disponibilizado em mecanismos de pesquisa e, portanto, não pode ser encontrado, exceto caso por quem conhece o endereço do site.

A “dark web” consiste dos sites que existem primariamente em redes anônimas e que necessitam de programas especiais. O Facebook, por exemplo, tem uma versão de seu serviço na dark web.

No entanto, o meio de acesso principal não é este. Mas há outros sites que existem exclusivamente nessa dark web e não podem ser acessados sem o uso de programas como Tor, I2P e Freenet.

Como a “deep web” se refere a qualquer conteúdo fora dos mecanismos de pesquisa, a definição é bastante ampla. Existe muito conteúdo legítimo disponível na web e que nem sempre pode ser encontrado com uma pesquisa em mecanismos de pesquisa geral. Um exemplo disso são decisões judiciais, que muitas vezes exigem pesquisas diretas nos tribunais onde tramitaram.

A deep web também pode consistir de sites com conteúdo pessoal, páginas cujos donos decidiram não incluir em mecanismos de pesquisa por qualquer motivo, páginas que nunca receberam links de outros sites (porque só foram compartilhadas por e-mail, por exemplo) e também espaços para a troca de conteúdo ilícito, como pirataria.

Como esses sites muitas vezes fornecem arquivos grandes para download, não é sempre prático manter esse conteúdo na “dark web”, onde as velocidades costumam ser menores.

A dark web, por fornecer mecanismos de anonimato, é atraente para ativistas políticos, hacktivistas e criminosos virtuais, além pessoas que buscam compartilhar conteúdo que foi censurado. Com ações policiais que derrubaram sites de abuso sexual infantil da web comum, parte desse conteúdo também passou a ser disponibilizado pela dark web.

darknetA dark web também é notória por oferecer lojas virtuais de mercadorias proibidas ou de difícil acesso, inclusive drogas (lícitas e ilícitas) e armas.

Como a dark web também serve como meio anônimo para acesso à web comum, ela pode ser usada para burlar bloqueios de rede (como os que existem na China e outros países com controles impostos).

Em outras palavras, nem todo mundo que utiliza a tecnologia da dark web pode estar interessado nos conteúdos que estão presentes nela, mas sim no anonimato que ela fornece para o acesso a qualquer conteúdo.

Os mecanismos de busca, como o Google, precisam, em primeiro lugar, encontrar um site. Isso normalmente ocorre com links. Quando uma página que o Google já conhece coloca um “link” para outra página, o Google segue esse link e passa a incluir essa página em sua busca (um processo chamado de “indexação”).

Porém, mesmo que haja um link para a página, ela pode ainda bloquear mecanismos de pesquisa. Isso pode ser feito via rede (bloqueando os endereços IP da rede dos mecanismos de pesquisa) ou utilizando mecanismos oferecidos pelos próprios sites de busca que permitem a um site indicar qual conteúdo pode ser indexado.

Um site pode facilmente determinar que a indexação de suas páginas é proibida e, nesse caso, elas não aparecerão nos mecanismos de busca mais comuns, que honram essas configurações.

Alguns conteúdos exigem buscas específicas. As decisões Judiciais, por exemplo, só podem ser encontradas por alguém que sabe um número de processo ou a OAB de um advogado para pesquisar nos sites dos tribunais. Os mecanismos de pesquisa não têm essas informações e não “sabem” preencher o formulário. Por isso, esse conteúdo tende a ficar fora do alcance.

Certos conteúdos também não podem ser indexados por causa do formato em que estão armazenados. Um conteúdo pode existir na web como um arquivo de áudio  ou vídeo que o mecanismo de busca não consegue transcrever para texto. Nesse caso, o conteúdo também não vai ser encontrado, a não ser que você saiba especificamente o nome do arquivo ou título do arquivo multimídia.

materiaA internet só funciona graças a um grande acordo que existe na web: todos os sites, navegadores e sistemas operacionais “falam” um conjunto de “línguas” em comum. Esses são os “protocolos de rede”.

A dark web estabelece uma camada de protocolo nova que o computador não conhece. E, com isso, automaticamente esses sites se tornam incomunicáveis.

O objetivo dessa camada adicional é normalmente a garantia do anonimato dos usuários. Os detalhes técnicos variam em cada protocolo, mas a maioria estabelece uma série de intermediários em cada conexão.

Certos participantes da rede (que podem ser todos ou só alguns) tornam-se intermediários das conexões dos demais usuários e, com isso, qualquer visita ou acesso fica em nome desses usuários e não em nome do verdadeiro internauta.

É um anonimato quase que inquebrável, mas existem técnicas e recursos tecnológicos avançados para se conseguir controlar um grande número de sistemas intermediários na rede. Se o número de sistemas controlados for grande o bastante, o interessado pode conseguir fazer alguma ligação entre o usuário e o conteúdo acessado.

Essa é uma operação de médio prazo, já que é preciso monitorar os acessos por um bom tempo até que as ligações possam ser feitas sem depender da sorte.

Outro meio, que vem sendo bastante empregado pelo FBI, é a instalação de programas espiões. A autoridade policial faz isso após conseguir uma autorização da justiça para tomar o controle de um serviço disponibilizado na rede anônima (a identificação deste depende de outros métodos, como o mencionado acima ou então cooperação de um delator).

Uma vez podendo controlar o site, um código especial é colocado na página para tentar contaminar os usuários com vírus e relatar as informações ao FBI. Isso, no entanto, depende de vulnerabilidades no software do possível investigado, o que nem sempre pode ser fácil de explorar.

Essa técnica foi utilizada em um site com imagens de pornografia infantil, por exemplo. O FBI foi criticado por temporariamente ter mantido o site no ar em vez de retirá-lo imediatamente, mas a Justiça americana entendeu que a medida foi necessária para colher mais informações sobre os visitantes da página.

Os mistérios da Deep Web

deep-web-entreTodos falam dessa misteriosa parte da internet, onde criminosos vendem assassinatos, a pedofilia é coisa comum, onde vírus podem ser achados, drogas e armas compradas com bitcoin (a moeda da internet).

Observando essas afirmações e questionamentos sobre os mistérios da Deep Web, resolvi visitá-la e relatar aqui se tudo que falam é verdade:

Acessar a Deep Web é razoavelmente simples, basta apenas alguns minutos no Google e qualquer um consegue acessá-la. Antes de tudo aviso que não concordo, nem tenho a intenção de divulgar nenhuma atrocidade encontrada na Deep Web.

Não recomendo o acesso a essa rede por pessoas sem os mínimos conhecimentos técnicos e muito menos a divulgação do conteúdo ilegal lá contidos.

Depois de algumas horas navegando por lá e após fazer algumas pesquisas sobre determinados termos, podemos concluir que lá se encontra de tudo, desde coisas que podemos achar na internet normal, até coisas realmente chocantes, que deixariam pessoas de estômago fraco bastante incomodadas. Então vamos falar de algumas coisas que encontramos por lá:

  • Pornografia – Basicamente existe pornografia para todos os gostos e em todos os lugares. Nessa área não existe nada muito diferente do que pode-se encontrar na internet normal hoje em dia
  • Pedofilia – Existe muita pedofilia na Deep Web. E é muito fácil encontrar tais coisas, basta alguns minutos de busca. Acabamos nos deparando com cenas muito fortes, que é melhor esquecer e não detalhar…
  • Manual do suicídio – Existem vários sites sobre o tema, alguns mais bizarros possuem manuais de como uma pessoa deve se matar. Eles incluem quantidades de veneno, a qual velocidade bater o carro em uma parede, que arma usar para atirar na cabeça, como cortar os pulsos e até a maneira certa de se enforcar. Interessante que o tempo até a morte é citado em cada caso
  • Pessoas morta – Se encontra muito disso também, basta uma pesquisa para encontrar fotos de massacres, pessoas mortas das mais diversas maneiras, mas isso não difere tanto do que já podemos encontrar na internet normal hoje em dia
  • Produtos roubados – Encontrei também sites que vendem produtos, tais como os da Apple, por preços muito menores do que o de mercado. Se eles forem reais mesmo, provavelmente trata-se de produtos roubados
  • Armas – Existem muitos sites (parecem reais), que vendem armas americanas no Canadá ou mesmo armas de maneira ilegal no próprio EUA. O arsenal disponibilizado é enorme, desde pistolas até armas de grande potência, passando por granadas. Além disso, ainda existem diversos manuais de como criar bombas e maximizar seus efeitos
  • Hacker – Encontrei também sites que permitem contratar hackers para ataques na internet ou para criação de vírus, até mesmo baixar vários tipos de softwares piratas e maliciosos
  • Mutilações – Também existe muito disso por lá, coisas que surpreendem, como cortes de diversas partes do corpo até canibalismo.

A Deep Web deve esconder muitos outros segredos em seus obscuros caminhos, os quais precisam ser melhores investigados. Mas é preciso salientar também que encontramos por lá por muitos sites úteis e instrutivos, os quais, particularmente, aprecio muito. Abaixo alguns sites úteis para os desbravadores iniciantes:

Buscadores da DeepConheça e desvende todos os mistérios e segredos da Deep Web

Sites da Deep

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