A Vida e a Morte

A Lei do 7 na vida humana

anjo da morteDurante o curso da existência diferentes tipos de energia fluem pelo organismo. Cada tipo de energia tem seu próprio circuito e finalidade específica, manifestando-se no tempo certo. Exemplifiquemos, para melhor compreensão: aos dois meses de concepção temos a digestão (um determinado tipo de energia faz com que, no feto, se forme a função digestiva); por volta dos 4 meses aparece o movimento; aos 10 meses manifesta-se o crescimento com o metabolismo e os tecidos conjuntivos; entre os 2 e 3 anos fecha-se a fontanela, quando termina a formação do sistema cérebro-espinhal; durante os 7 primeiros anos de vida forma-se a personalidade, período em que a gente aprende a falar, andar, classificar objetos, etc..

Os primeiros 7 anos da vida são regidos, conduzidos ou influenciados pela energia da  Lua [evidentemente não da lua física, mas da Inteligência Divina que tem como corpo a Lua ou pelo Primeiro dos sete Logoi, chamado de Gabriel, e que Rege as concepções, partos e a vida doméstica. Gabriel, a Lua, é a criança cheia de beleza e inocência mística que alegra e faz a felicidade dos lares normais e saudáveis no mundo inteiro.

Dos 7 aos 14 anos a vida humana se processa sob as influências de Mercúrio, o irrequieto mensageiro dos Deuses. Sabem todos os astrólogos que Mercúrio está ligado à inteligência e, os nascidos sob sua influência, possuem brilhante intelecto, resultando em excelentes professores, oradores, cientistas e comunicadores. Essa é a fase das primeiras letras, quando se aprende a ler e a escrever. Também é um tempo de folguedos, brincadeiras, pois Mercúrio agita, impulsiona, inquieta. Nessa fase a criança já não pode ficar trancada em casa; ela deve sair, brincar, jogar, divertir-se sadiamente, equilibrando essas atividades com o estudo.

Encerrada a fase mercuriana, vem a influência de Vênus. Nesse período homens e mulheres começam a sentir as inquietudes sexuais. É nessa fase que os hormônios sexuais invadem todo o organismo, definindo a forma masculina e feminina, mudando a voz no homem, alargando seus ombros e fazendo nascer a barba e os pelos; na mulher, seu corpo adquire formas torneadas, com o arredondamento dos quadris, o surgimento da ovulação e dos seios. A força de Vênus, nessa fase, impulsiona e arrasta os jovens ao namoro, aos primeiros beijos e carícias. Bem verdade que, hoje, por diversos motivos, a sexualidade humana tornou-se precoce, antinatural. Muitos, ao final dessa fase, se casam, não resistindo aos encantos e seduções venusianas. A Idade de Vênus compreende dos 14 aos 21 anos.

Dos 21 aos 42 anos acontece o período solar. É quando o homem e a mulher conquistam seu lugar ao sol. É nesse período que se define, claramente, nossa vocação; é quando conquistamos nosso lugar na sociedade; é quando definimos nossa maneira de ser e formamos nosso lar, dando continuidade à espécie.

Dentro do período solar há várias fases: aos 28 anos o homem está plenamente maduro; teve suas experiências de vida que o qualificam para desafiar o mundo. Nessa fase, praticamente, encerrou o período impulsivo. Dos 28 aos 35 anos vem a consolidação material daquilo que se plantou dos 21 aos 28. É aos 35 anos que o homem (a mulher um pouco antes) entra em sua melhor fase, psíquica e sexual. Aqui começa o tempo onde o sexo pode se manifestar em sua forma transcendental de emoção criadora. Nas antigas Escolas de Mistério muito dificilmente um homem recebia de seu mestre o segredo supremo da sexualidade humana antes dos 35 (no caso das mulheres, depois dos 28).

Dos 42 aos 49 o homem se transforma num guerreiro. É quando Marte entra em nossa existência para consolidar todas as conquistas da vida. Inconscientemente, as massas captam a força marciana que caracteriza essa idade. Alguns dizem que essa é a idade do lobo, tendo o homem já aprendido tudo que precisava da vida. Também falam de uma “menopausa masculina”, sendo que a da mulher é um pouco mais tardia.

É verdade que o homem acumulou suas principais experiências, brotadas de empresas bem ou mal sucedidas. Se ele teve a dita de conhecer os mistérios alquímicos desde a juventude, esta é a época da auto-realização, pois Marte lhe dá a força que necessita para as maiores iniciativas, por mais temerárias e ousadas que pareçam. A força marciana é o derradeiro impulso que a natureza dá ao homem para solidificar sua posição na sociedade, na família, em seus empreendimentos sociais e possibilitar chegar à velhice de modo tranquilo, sem preocupações materiais.

Dos 49 aos 56 vem a coroação. Quem nos entrega a coroa é Júpiter, o Pai dos Deuses. Ele nos dá o cetro real ou a bengala do mendigo. Se entramos na Senda da Iniciação, lutando pela nossa auto-realização, Júpiter nos dará o bastão dos Patriarcas; do contrário, colheremos doenças e misérias.

Por fim, chegamos à velhice, à senilidade. É a partir dos 56 anos e até os 63 que Saturno, o Senhor da Gadanha, personificando o Tempo e o Karma, entra em nossa existência. Na mitologia grega, Saturno é Cronos, o Deus do Tempo, como a indicar que, quando o ancião celeste surge na abóbada da nossa existência, a colheita está próxima, o tempo chegou.

A partir dos 63 anos, duas coisas acontecem: as pessoas comuns e correntes passam a repetir os ciclos da Lua, Mercúrio, Vênus, etc., antes de falecerem. É bastante comum observarmos certas pessoas de idade que passam a se comportar novamente como crianças. Se resistem ao tempo, surgem nelas certos impulsos mercurianos (voltam a estudar, fazem vestibular) e até mesmo iniciam um novo namoro ou um novo casamento. Nada contra os velhos que estudam e as pessoas que se casam novamente. Não estamos aqui fazendo crítica de nada e de ninguém. Estamos apenas comentando um fato e dando as razões invisíveis que se processam dentro das influências planetárias que pouca gente conhece.

Já aos que trabalharam na Senda em favor de sua auto-realização Íntima, os ciclos de 7 anos prosseguem de outra forma: dos 63 aos 70 a existência humana adentra o círculo das influências de Urano, as quais só os Iniciados captam; dos 70 aos 77 segue o ciclo de Netuno, exclusivo para os Hierofantes e, dos 77 aos 84, o ciclo de Plutão, para os Mahatmas. Além desses estão os ciclos Logóicos e Crísticos [que nem remotamente nos toca saber].

A Morte

retornoA morte é a coroa de todos. É uma decorrência tão normal e natural quanto viver. A morte inspira medo e temor pelo simples fato de desconhecermos totalmente o que existe “do lado de lá”. Além de temor, existe o apego à vida. Ninguém quer morrer ou deixar de existir.

Na realidade, quem teme a morte é o ego. O ego sempre quer continuar usufruindo das coisas materiais, de tudo que a vida oferece. Nós nos acostumamos com as boas coisas da vida e não abrimos mão facilmente. É interessante notar que, mesmo na miséria, na prisão ou em campos de concentração, o homem continua apegado à vida. Isso é uma lei cósmica. Defender a vida é nosso dever. “Apegar-se” à vida já exorbita de nosso dever.

A vida é a maior riqueza dada ao homem. Mas, será que com a morte tudo se acaba? O que acontece, de fato, quando se morre? Qual é a experiência da agonia, daqueles momentos que antecedem o último suspiro?

Pesquisas científicas, realizadas recentemente entre centenas de pessoas “que morreram e ressuscitaram”, pelos doutores Raymond Moody e Elisabeth Kubler Ross, nos EUA, constataram, em resumo, o seguinte: “Depois de ser declarada clinicamente morta, uma pessoa sente grande paz e conforto. Em seguida, um ruído, que pode ser parecido com uma campainha ou zumbido (o som do grilo), faz com que a pessoa se sinta atraída ou puxada com grande rapidez pelo que seria “um longo túnel escuro” (seu próprio corpo ou fio da vida). Depois, a pessoa sente-se flutuar fora do corpo físico, que é visto objetivamente [com os olhos do corpo astral], mas não é sentido [claro, o corpo astral não sente o corpo físico].

Normalmente, a pessoa não se encontra só. Vários “espíritos” se fazem presentes, com os quais é possível conversar telepaticamente. Também foi descrita a presença de “seres de luz” que fazem indagações diversas que levam o morto a avaliar ou a julgar sua vida terrestre. Muitos pacientes do dr. Moody relataram que foram em direção a um ponto que parecia a fronteira entre a vida e o além. E, ao descobrirem que seu tempo ainda não havia acabado, voltaram, com relutância, ao corpo”.

Como dá para perceber, morrer não é tão ruim assim. A forma de morrer é que costuma ser dolorosa muitas vezes. Mas, até para isso existe um jeito: negociar com os juízes do karma ou com a Divina Mãe Morte um desenlace rápido. Claro, se paga por isso, mas se temos saldo no Banco Cósmico, dá pra negociar.

O que continua

A morte pode ser entendida como um raio capaz de reduzir o homem a uma quintessência molecular, de modo análogo a como podemos reduzir uma tonelada de flores a uma gota essencial de perfume.

A energia da morte é tão poderosa que destrói totalmente a energia das células humanas. É mais ou menos como um raio quando cai numa árvore, com a diferença que o raio despedaça a árvore fisicamente e o raio da morte destrói a energia da vida contida nas células. Esse é o único tipo de energia que o homem, ou o corpo humano, não resiste. As demais, treinado e desenvolvido para tal, pode resistir a tudo, até mesmo a eletricidade.

Existe uma forma de se tornar imune à morte. Trata-se do processo denominado de RESSURREIÇÃO. Nesses casos raríssimos na história recente da humanidade, “com a morte alguns matam a própria morte por toda uma eternidade”.

Mas, voltando ao tema, o mais incrível é que esse mesmo raio da morte une o falecido à próxima concepção ou matriz. Quando a Essência ou alma se desprende do velho corpo abatido pelo raio da morte, este produz uma tensão elétrica tremenda e, também, uma nota-chave, cujo resultado automático e aritmético, é o movimento e a combinação dos genes [genes lumínicos] determinantes do futuro corpo físico.

É assim que os sutis constituintes do óvulo fecundado [isso se processa na Quarta Dimensão] se acomodam na disposição necessária para o pagamento do carma na próxima existência. É por isso, que num capítulo anterior, comentamos que o código genético vem a ser a materialização das leis do carma em nossa vida, e que nem os adeptos do código genético nem os psicólogos e pesquisadores do subconsciente estão totalmente equivocados. No fundo, código genético e subconsciente expressam uma mesma realidade, só que de diferentes formas.

Após a morte, duas coisas vão para o cemitério: o corpo físico e a personalidade. O corpo vital, esse maravilhoso corpo termo-eletromagnético, no instante mesmo da morte, é separado do corpo físico, desintegrando-se lentamente, porém, não vai ao sepulcro.

O corpo físico se desintegra totalmente. A personalidade, as vezes, perambula pelo cemitério ou pelos ambientes que costumava frequentar. Outras vezes sai de dentro do sepulcro, especialmente quando recebe visitas.

Da matéria sutil, a personalidade recria a sua casa e os ambientes onde passou seus últimos instantes. É assim que tem a ilusão de que a vida continua. Qualquer pessoa afeita à metafísica pode invocar as personalidades dos mortos que vivem nos cemitérios e com elas conversar, como se tratasse de seres vivos, pois a personalidade é energética e atômica, tem vida própria, pensamento próprio e emoções próprias.

As festas dos mortos, no Dia de Finados, é um universal ato de caridade para com os falecidos. Porém, a personalidade é mortal. Não há nenhum amanhã para a personalidade. Ou seja: ela não reencarna, não retorna, não ganha um novo corpo. É filha do seu tempo e morre no seu tempo.

Além do corpo físico, do corpo vital e da personalidade, há, como vimos numa abordagem anterior, o corpo astral ou de desejos, o corpo mental e a alma, por nós aqui denominada Essência. Resta-nos saber, agora, para onde são encaminhadas e onde vivem essas partes distintas, mas que, no fundo, são o próprio homem falecido.

O V.M. Samael Aun Weor, em seu “O Livro dos Mortos”, diz textualmente o seguinte: “Os fantasmas dos mortos vivem na quinta dimensão; esta é a eternidade. (…) Todo aquele que morre entra na quinta dimensão, pois a eternidade se abre para devorar seus mortos e logo os expulsa de seu seio para fazê-los renascer no mundo da forma física e do tempo. Os falecidos são expulsos da eternidade porque ainda não encarnaram o Ser; somente quem encarna o Ser pode viver na eternidade”. [Portanto, se são expulsos da eternidade, esses fantasmas vivem no Limbo, no Astral inferior].

Retrospecção e julgamento

Diz O Livro Tibetano dos Mortos: “Tens estado num desmaio durante os últimos 3 dias e meio; tão logo voltes a ti, te perguntarás: o que aconteceu? Nesse momento todo o universo fenomênico (samsara) estará em revolução”. De fato, a entrada da consciência humana nos planos ou mundos eletrônico e molecular, no instante da morte, é uma prova terrível.

O Livro Tibetano dos Mortos assegura que todos os homens desmaiam no momento da morte. Max Heindel e Rudolf Steiner, dentre outros, sustentam que durante esses três dias e meio o ego desencarnado vê passar toda sua vida de forma retrospectiva em forma de imagens. A energia do raio da morte é tão forte que o homem entra em coma, onde a realidade deixa de existir para dar lugar a sonhos incoerentes, porque só aqueles que possuem sua alma é que podem resistir à energia da morte sem perder a consciência.

Ampliando um pouco mais essa questão, temos a declarar que no momento da morte revive-se a vida da forma extremamente rápida e terrível. Numa fração de segundos, por assim dizer, podemos ver nossa vida por inteiro, ainda aqui, nesta dimensão física, neste mundo de carne e osso. Porém, há uma segunda recordação, que acontece no plano ou mundo molecular, onde voltamos a reviver nossa existência, só que agora de modo mais lento.

No plano molecular a alma do falecido vive em estado de sonambulismo. Isso não aconteceria (como não acontece) se a pessoa tivesse despertado a sua Consciência. A recordação da existência no plano molecular abrange dos últimos dias até o nascimento. São revividas todas as cenas da vida. Então, sente-se grande alegria pelas boas obras realizadas e profunda dor moral pelas más. [Mas, se alguém segue pelo CAMINHO DA INICIAÇÃO isso deixa de ocorrer porque o INICIADO vive isso em carne e osso durante seu processo Iniciático].

Encerrado o trabalho retrospectivo, o falecido tem perfeita consciência do resultado final da vida que terminou. É então, e só então, que aquele que ainda não estiver totalmente empedernido toma a decisão de emendar seus erros e pagar o que deve; só os seres desprovidos de alma, os perdidos, os corações de pedra não respondem aos impactos e apelos contidos nos planos molecular e eletrônico.

Depois da retrospecção, o juízo final decide a sorte do falecido. O juízo acontece nos Tribunais do Carma, ante o qual apresenta-se o morto.

O Julgamento

A Justiça Cósmica está além do bem e do mal. Só quando se desperta a Consciência chega-se à constatação de que a única lei é o amor, porém, amor consciente. No estado atual, o homem não sabe o que é amar. E ninguém pode fazer o bem se não sabe como fazê-lo. Isso nada tem a ver com fazer caridade e ajudar o semelhante em suas necessidades básicas. Fazer caridade e ajudar os desfavorecidos é uma lei maior, baseada na COMPAIXÃO.

Já analisamos anteriormente que carma não é lei de determinismo, nem de fatalismo; carma é lei de compensação, de equilíbrio e de pagamento. Sem dúvida, é certo que os atos humanos determinam a hereditariedade, mas também é verdade que o homem tem o livre arbítrio e pode mudar seus atos, educar seu caráter, formar hábitos superiores, combater suas debilidades e cristalizar novas qualidades e valores.

Os Senhores do Carma são Juízes de Consciência que vivem na dimensão sutil. E diante deles, quem tem com o que pagar, paga e se sai bem nos negócios da vida e da morte.

Para ter com o que pagar aos Senhores do Carma é preciso agir de acordo com as leis divinas, escritas e repetidas por todos os profetas e mensageiros divinos, que podem se sintetizar como CONDUTA RETA, SANTIDADE, AMOR AO PRÓXIMO, RESPEITO, TOLERÂNCIA, PUREZA, VENERAÇÃO, MÍSTICA.

O amor é a síntese de todas as leis. Inclusive, o V.M. Rabolu, um dos juízes do carma que estava encarnado entre nós até a entrada do ano 2000, dizia: “Enquanto a chama azul do amor estiver brilhando dentro de uma pessoa a lei não pode condenar ao abismo, porque enquanto houver a chama do amor brilhando no coração humano é possível o arrependimento”.

No tribunal do carma reinam dois princípios: amor e lei. Nesse tribunal existe um livro para cada pessoa ou ser vivente neste mundo, no qual são registradas todas as nossas obras. Esse registro é feito pelos lipikas ou escribas do carma que anotam nossas boas e más ações. No final da vida, são fechadas as contas. Se as boas obras e ações forem maiores que as obras negativas temos direito a umas férias nos paraísos moleculares ou eletrônicos.

Também existem advogados nos tribunais do carma. Tudo custa, pois nada, nem mesmo a vida, nos é dada de graça, como querem uns e acreditam outros. Quem em vida fez boas obras sempre tem com o que pagar.  Por isso, o melhor negócio do mundo é fazer caridade e ajudar o semelhante de forma honesta e desinteressada, amorosa e desprendida.

Os Mestres do Carma também concedem crédito, mas todo crédito deve ser pago com trabalho desinteressado e inspirado no amor para com aqueles que sofrem. A respeito enfatiza o V.M. Samael Aun Weor: “A vida é um jogo de xadrez, onde cada ato nosso é uma jogada. Se nossas jogadas são boas, inteligentes e oportunas, o resultado será o êxito, a saúde, a longevidade…”

Ainda nas palavras textuais de Samael Aun Weor, “ao sermos levados ao santuário secreto da dupla casa de vida para sermos julgados, e sentados ao redor da grande sala da verdade e da Justiça [O Salão de Maat], nos esperam o Grande Mestre Anúbis e seus 42 juízes. Todos usam máscaras com aparência de cabeças de chacal ou lobo.

Frente a esses senhores, um dia, o Iniciado terá que declarar, dentre outras coisas [e que serve de guia para aquele que quiser ter CONDUTA RETA]:

  • não fiz ninguém chorar;
  • não pratiquei atos reprováveis;
  • não pratiquei o mal;
  • não fiz homens trabalhar mais que o devido;
  • não me fiz temer;
  • não afligi as viúvas;
  • não oprimi os órfãos;
  • não fiz com que o amo maltratasse o criado;
  • não matei;
  • não roubei templos;
  • não roubei objetos de cadáveres;
  • não dormi com mulheres alheias;
  • não encareci os comestíveis;
  • não alterei o fiel da balança;
  • não afastei o leite da boca das crianças;
  • não privei os animais do seu pasto;
  • não aprisionei pássaros;
  • não detive a água quando ela devia correr;
  • não apaguei a luz quando devia iluminar;
  • não pus obstáculos no caminho dos homens;
  • não adulterei
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