A Lei do Carma

Anubis tribunalFalar da morte deveria ser algo tão natural quanto falar da vida. Porque não há vida sem morte nem morte sem vida. Uma segue a outra, na transição dos fenômenos existenciais de todos os seres do universo. Entretanto, um incompreensível sentimento de terror toma conta de todos nós quando falamos da Bendita Deusa Morte. Mesmo os mais valentes Iniciados vacilam as vezes diante de sua presença.

O objetivo desta abordagem é o de oferecer uma visão, senão nova (o estudo da morte já fazia parte dos Mistérios Egípcios e Hindus) pelo menos diferente do que estamos habituados a ler e a ouvir as pessoas comuns.

A ideia é levar ao leitor à compreensão mais profunda de uma das mais importantes leis que fazem nossa vida ser o que é na presente encarnação: A Lei do Carma.

Portanto, veremos, ainda que sinteticamente, todo o processo da vida e da morte, do Carma e do retorno, além de uma breve descrição dos paraísos moleculares e eletrônicos – para onde temporariamente vão as almas que desencarnaram com saldo favorável na contabilidade da sua existência.

A Ciência estuda o Carma

Um princípio de Isaac Newton diz que a toda ação corresponde uma reação de mesma força, porém, em sentido contrário. Isso me parece uma explicação científica da lei do Carma. Tudo o que se faz, se recebe; dívidas são cobradas e boas obras são pagas. Quem tem com o que pagar sempre se sai bem nos negócios do carma. “O Leão da Lei deve ser enfrentado com a balança”, diz o principal autor do moderno gnosticismo, V.M. Samael Aun Weor, querendo com isso dizer que para resgatar antigos (ou atuais) compromissos cármicos devemos trabalhar pela humanidade de forma permanente e desinteressada.

O grande segredo da Lei do Carma consiste em mantermos nossa vida em equilíbrio. O problema está em que cada um tem o seu entendimento pessoal de “lei de equilíbrio”. Mas, o que vale mesmo é o que o Carma entende por “equilíbrio”. O Carma, como “equilíbrio”, vê as coisas como um Banco vê seus clientes: se você tem saldo, pode fazer quantas transações quiser; comprar e pagar tudo que quiser. Mas, sem saldo e sem limite de crédito, o banco fecha sua conta e entra com cobrança judicial. A única diferença é que no Carma eles agem com consciência, tolerância e compaixão [algo que falta aos nossos banqueiros]. Fazem de tudo para que possamos pagar nossas dívidas, mas, se depois de todas as oportunidades dadas seguimos omissos, é evidente que a Lei atua radicalmente (para nosso próprio bem – porque, do contrário, seguiríamos afundando em dívidas e compromissos).

Portanto, é importante conhecer as leis da vida e da morte para não nos enredarmos mais, mesmo que inocentemente, nas malhas de um sistema automatizado que não conhece outro desígnio que seu cumprimento exato e matemático. Com isso não queremos dizer que o carma é uma lei cega e mecânica. Não! Ela se cumpre de forma mecânica para quem desconhece seu funcionamento e os meios de interagir com ela própria. Como no caso do Banco, se fugirmos eles vêm atrás, mas, se tomarmos a iniciativa de negociar, certamente se encontra sempre um ponto de justiça e de equilíbrio para ambas as partes. Portanto, o carma é negociável e modificável! Porém, é preciso saber como negociar, com quem negociar, o que negociar e a troco do que negociar. Com isso, podemos mudar nosso destino.

A análise do destino é a escola psicológica criada pelo psiquiatra e humanista húngaro L. Szondi, cujo principal fim é o de estudar e descobrir as causas que impedem a liberdade interior do homem. Tentando resumir o que diz a proposta de Szondi, “as figuras dos antepassados permanecem vivas no inconsciente do indivíduo, forçando-o a repetir seus comportamentos e impedindo-o de escolher sua própria vida“. O próprio Szondi ilustra dizendo que “muitas vezes acabamos fazendo até mesmo o que não gostamos de fazer“. E, como todos nós, ele se perguntava: – Por quê?

Para responder a esta e a tantas outras indagações, o ex-professor da Escola Superior de Psicopedagogia de Budapeste estruturou uma grandiosa concepção psicológica e antropológica, em que a principal chave é a busca da influência dos antepassados sobre o destino. Szondi, que também era diretor do Instituto de Genealogia de Budapeste, analisou milhares de árvores genealógicas de cidadãos húngaros, quando pôde evidenciar que determinados distúrbios psíquicos, sociais e somáticos (físicos) pareciam repetir-se de geração em geração como se uma força misteriosa arrastasse os indivíduos à repetição eterna de aspectos da vida de seus antepassados.

Depois do inconsciente pessoal de Freud, do inconsciente coletivo de Jung e do inconsciente social proposto por Adler, Szondi chegou à conclusão de que existia um inconsciente familiar, onde os indivíduos de uma mesma família levam dentro de si, em estado latente, todas as possibilidades de erros, acertos, modos de ser, enfim, tudo que foi modelado por seus antepassados.

Hoje, sabemos, o trabalho de Szondi, após conhecer um grande sucesso inicial, perdeu em parte seu brilho devido à insistência com que os psicólogos se apegaram às explicações do código genético para interpretar os acontecimentos e os transfundos psicológicos das pessoas. Na realidade, ainda sabemos muito pouco sobre os genes. No fundo, ambas escolas sinalizam uma mesma realidade. Por tudo isso, e pelo muito que falta dizer, a psicologia gnóstica concorda com inúmeros pontos da teoria psicológica de Szondi e do código genético, especialmente porque sabe e conhece como funciona a Lei do Carma.

Tipos de Carma

Pela exposição do ponto anterior, já podemos formar uma primeira idéia das famosas histórias das tragédias familiares. Porém, o que poucos sabem, é que além do Carma Familiar, existem outros tipos de carma. Acreditamos não haver mais dúvida de que a lei da compensação ou do equilíbrio, como também é conhecida a Lei do Carma, age através de grupos sociais, família, empresas, associações, etc. para premiar ou corrigir indivíduos e nações.

Logicamente, nem tudo que nos acontece é carma, como muita gente quer crer. O carma, em si mesmo, é tão só uma lei, e todo estudante do oculto sabe, por experiência própria, que as leis divinas devem ser obedecidas. Existem certos males (doenças) que caracterizam a interveniência dessa lei. O câncer, é um exemplo. Como explicar que determinados indivíduos fumantes vivem até 90 ou mais anos com boa saúde e outros com 40 cuidando de alimentação e sem vícios desencarnam?

Carma individual

O carma individual é o resultado puro, simples e direto de nossas próprias ações, boas e más. Deve-se entender aqui “boas” e “más” num sentido mais amplo que o antigo par filosófico. Bom é tudo que não vai contra, não prejudica a si mesmo, o semelhante, a natureza. Mau é exatamente o oposto ou fora de lugar. Porém, isso não é tudo.

Também se adquire carma pelo bem que se deixou de praticar podendo praticá-lo. Além do mais, o bom e o mau não se enquadram nas conveniências sociais e morais. As ações humanas começam e terminam no mundo das causas naturais. É de lá que se deve medir o conceito de “bom” e de “mau“. Para conhecer diretamente o mundo das causas naturais deve-se despertar consciência.

Carma coletivo

O carma coletivo abarca o familiar. Sempre que envolver uma ação de mais de um indivíduo, já pertence a essa categoria. A família é o exemplo típico de carma coletivo. É aqui que se encaixam as ideias de Szondi. O carma é, em última análise, aquela força, lei ou braço divino, poderoso e misterioso de que fala o eminente psiquiatra húngaro. Coletivo também é o carma ou as ações que se praticam com amigos, colegas, instituições, partidos políticos, empresas, etc…

Um acidente de carro ou de ônibus é o exemplo por excelência para ilustrar como age a lei do carma. Quantos casos soubemos de pessoas que escaparam “milagrosamente” de um acidente de carro ou de um edifício desmoronado, enquanto todos os outros morreram. É porque o indivíduo que escapou não fazia parte daquele grupo que devia pagar com a vida determinada ação passada ou então porque tinha darma (crédito) lá no Banco Cósmico.

Carma saya

Esse é um tipo de carma muito especial. É o famoso pecado contra o Espírito Santo. Devido às inúmeras mutilações que a doutrina do Cristo sofreu ao longo do tempo, os fiéis cristãos, e mesmo seus líderes, padres e pastores, desconhecem, hoje, o que seja o pecado contra o Espírito Santo.

A resposta é muito simples. É o pecado da fornicação e do adultério. Os Iniciados sofrem horrivelmente quando precisam pagar esse tipo de carma. Adultério é manter relações sexuais fora do casamento ou com inúmeros parceiros. Fornicar é emitir de seu corpo sua energia sagrada (sexual) sejam por quais meios forem. Fornicação será tratado amplamente em Posts futuros.

Sempre que uma pessoa comete adultério, sua estrutura molecular, atômica ou energética fica impregnada de determinados agregados ou energias que, no fundo, resultam num processo análogo ao da falsificação de bebida. Embora não pareça, a falsificação ou adulteração é uma fraude muito grave contra a integridade e originalidade humana ou pessoal.

A consequência do ato de falsificar as próprias energias aparece na velhice, em forma de dores, sofrimentos e doenças. Além disso, o adultério, como a fornicação, é uma violação contra o Terceiro Logos, perfeita e claramente especificada nos 10 Mandamentos da Lei Divina (que até hoje não foi revogada, ao contrário do que muitos pensam).

Carma duro

Os três tipos anteriores de carma são negociáveis. O carma duro, não. Esse tipo de carma é inegociável devido às suas características. O carma duro adquire proporções universais.

Caso típico de carma duro é o de Hitler, que jogou a humanidade na barbárie bélica, tendo exterminado milhões de pessoas. Mas não são apenas os guerreiros tipo Hitler e Átila (conhecido como o Flagelo de Deus) que incorrem no carma duro; ditadores insensíveis, generais, comandantes, chefes de polícia, líderes políticos, cientistas (como os criadores da bomba A e H), enfim, toda pessoa que se envolve em ações que extrapolam os limites individuais, tornando-se verdadeiros carrascos sociais, e suas ideias, ações ou invenções afetam o todo, adquirem para si o carma duro.

E para esses não há mais possibilidades de recuperação; são monstros ou abortos irrecuperáveis da natureza. Claro que só a Lei Divina julga isso e sabe disso. Nesse caso, a natureza da Justiça Cósmica é implacável com esses tipos. Em última análise, a Justiça Divina é a suprema piedade ou a suprema impiedade da lei.

Carma planetário

Mais propriamente poderia ser denominado de carma da humanidade, uma vez que ele diz respeito à humanidade como um todo. Em nosso caso, esse tipo de carma a ser resgatado, bem proximamente, refere-se a toda a raça atual. A humanidade terrestre, num conceito macrocósmico, foi julgada ou pagará seu carma brevemente. Assim como existem várias categorias de pralayas ou colheitas, também o carma se processa por etapas, abrangendo sempre uma parcela maior, sempre que um ciclo, maior ou menor, chegue ao fim. Noutros casos, o carma age antes do fim de um ciclo – e isso, justamente, para preservar o pouco de bom que existe.

Se analisarmos em detalhes o estado atual desta humanidade veremos quão lamentável é sua situação. São milhões que morrem de fome anualmente. Muitos outros, morrem vitimados por doenças, as mais diversas, desde as provenientes da poluição até as provenientes dos descasos da medicina, toda calcada na indústria multinacional da doença. A degeneração sexual, alimentar, do meio ambiente, dos alimentos, noutro ângulo, nos oferecem vários referenciais sobre a condição coletiva do homem de hoje. Uma humanidade em tão lastimável estado e condição realmente pode almejar bem pouco do seu futuro.

Para aqueles que esperam o Anticristo na pessoa de alguém, tenho a dizer que ele já está encarnado, de forma coletiva. Perguntamos: O que é o Cristo? Qual é a sua natureza? Sabem os Iniciados que o Cristo é a manifestação suprema de Deus como Amor. Sabem os Mestres que o Cristo sacrifica-se no amanhecer da vida no coração de cada planeta e de cada criatura para lhe dar vida. Portanto, o Anticristo é, justamente, o contrário: ódio, ganância, exploração.

O estado psicológico do homem sabidamente piora a cada novo dia. A humanidade já perdeu o sentido de fraternidade, de cooperação, de amor universal. Hoje, as pessoas querem é diversão, prazeres, aplausos, dinheiro, reconhecimentos, etc. Passamos a confundir prazer com felicidade. Daí o niilismo, o vazio interior que, sempre que não pode ser preenchido com uma nova paixão, drogas ou álcool, nos joga em depressão. Esse conjunto, essa força psicológica que sobrevive e se perpetua invisivelmente é o Anticristo.

Historicamente, sabemos, o gnosticismo aparece no mundo quando a humanidade se degenera. É chegado, portanto, um tempo de regeneração, de introdução de novos valores. É claro que, quando isso acontece, aparecem também as grandes batalhas entre luz e trevas, entre Deuses e Demônios, entre a sabedoria divina e o conhecimento dos intelectuais. Assim, o que sobra de esperança de melhores dias para o futuro da humanidade reside unicamente nos poucos indivíduos que forem capazes de provocar em si mesmos uma grande revolução, uma total mudança de pensar, sentir e ver as coisas. É verdade que o carma planetário apanha a humanidade como um todo. Porém, os indivíduos podem escapar a esse desideratum.

Os Tribunais do Carma

O Tribunal da Justiça Cósmica está localizado na Constelação de Libra. Ali, presidindo o Tribunal, oficia Anúbis, o Deus de Cabeça de Chacal, conforme pictografaram os antigos (e sábios) egípcios. Afirmam os clarividentes que esse Tribunal da Justiça Cósmica funciona de modo semelhante aos nossos tribunais terrestres.

Anúbis é o Juiz Supremo. Quando preside as reuniões apresenta-se com a máscara do chacal. Daí o motivo pelo qual os antigos sacerdotes egípcios o desenhavam com essa aparência. É claro que as pessoas ilustradas da época atual, especialmente os teóricos que militam nas seitas cristãs e nas organizações pseudo-esotéricas, riem dessas coisas. Paciência! Nada podemos fazer, nesses casos! Ignorância é uma doença bem difícil de ser curada.

Dizíamos que no plano sutil existe o Tribunal da Justiça Cósmica, onde militam juízes, advogados, promotores, enfim, “tal como é em cima é em baixo“. Junto com Anúbis oficiam outros 42 Juízes, alguns deles com corpo físico neste planeta. São eles que decidem sobre o destino dos homens e da humanidade. É a eles que devemos nos dirigir sempre e quando precisamos pedir um auxílio especial, como a cura de uma doença. Se não temos crédito, a única saída é pedir “empréstimo“, o qual terá que ser resgatado conforme prometermos.

Acredite: as promessas e negociações funcionam. Afinal, não interessa muito se são feitas a um “santo” ou aos juízes do carma. O importante é ter consciência de que isso existe, que é possível de ser feito, e que pode render excelentes resultados quando se conhece melhor e com mais detalhes todas as hierarquias que trabalham anonimamente ou “invisivelmente“, em favor da criatura humana.

O Carma é negociável

Em tópicos anteriores, apontamos que é possível negociar o carma e que determinados tipos de carma são inegociáveis. Tratemos agora de exemplificar um pouco mais sobre essa possibilidade. O carma não é algo mecânico. Se fosse, o destino seria imodificável e teríamos que, obrigatoriamente, aceitar a lei do fatalismo. Isso, sem dúvida, não pode existir, porque tolheria a liberdade ou o direito de se usar o livre arbítrio.

Nem tudo que nos acontece é carma. Os acidentes também existem. O V.M. Samael Aun Weor ensina que apenas 50% do que nos acontece é por causa do carma. Os outros 50% são devido ao nosso adormecimento e aos imprevistos. Por exemplo, se tomarmos um banho quente e nos expusermos ao frio ou às correntes de ar, poderemos pegar um resfriado, uma gripe ou até mesmo uma pneumonia. Isso não é carma. Nem acidente. É ignorância mesmo. Do mesmo modo se ao atravessarmos a rua nos distraímos, podemos ser apanhados por um carro. Isso não é carma, é distração nossa e do condutor – ambos vivem de consciência adormecida.

Porém, vamos a um caso concreto para melhor entender a modificabilidade da lei do carma. Uma mãe cujo filho tinha cirurgia marcada. Ela não se dava por satisfeita em ter que ver seu filho passar por um processo doloroso e delicado. Grandes quadros de dor quase sempre “quebram o orgulho” e levam a alma a reunir todas as suas forças para um impulso ao Alto. No desespero, a oração sempre é sincera, honesta, simples e, por consequência, encontra eco. Essa mãe, do exemplo, conhecia os processos de se dirigir aos senhores do carma. Fez uma proposta… E foi ouvida. “Milagrosamente“, como documentou seu médico, o garoto não precisou fazer a cirurgia, que já estava com dia e hora marcadas.

Complementando, todos aqueles que praticam regularmente a caridade adquirem magnífico darma, uma palavra sânscrita que pode significar, numa tradução livre, “crédito” junto aos Senhores da Lei. Isso explica aquela nossa frase inicial: “O leão da lei deve ser enfrentado com a balança“. Quer dizer: “Faça boas obras e sempre terás com que pagar suas dívidas”.

Todavia, não podemos deixar de alertar, também, que o ser humano tem uma grande tendência a crer num Deus complacente com os delitos humanos. Os dois pilares que sustentam todo o Universo são Amor e Justiça ou, podemos dizer, em outras palavras, Sabedoria e Força.

Queremos sempre o perdão de Deus para nossas dívidas, mas pouco perdoamos nossos devedores. Queremos boa saúde para nós e nossa família mas pouco fazemos em favor da saúde dos demais. Queremos boas casas, mas o que fazemos para dar abrigo ao nosso semelhante? Queremos sabedoria, mas guardamos só para nós nossas descobertas.

É certo que o Amor Divino perdoa, porém isso somente ocorre quando somos pessoas sérias, honestas, de CONDUTA RETA e buscando com todas as forças isso que chamamos de SANTIDADE. É certo que podemos ter nossas dívidas carmicas perdoadas, porém, isso só ocorrerá quando eliminarmos de dentro de nós os defeitos que originaram tais dívidas. O mesmo ocorre com a oração. A oração tem um poder gigantesco. Porém, pouco valor tem quando a pessoa que ora não se empenha seriamente em busca da perfeição espiritual.

Por isso a honestidade, a conduta reta, a santidade e a pureza são fundamentais para aqueles que querem se auto-aperfeiçoar. Caso contrário, estaremos agindo como a prostituta que não vê inconveniente em fazer o que faz e usar em seu pescoço a imagem da Virgem ou do assassino ou ladrão que tem uma cruz sobre a cabeceira de sua cama.

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