A Era de Aquário

Signo-Aquário-JofraA Era de Aquário começou no dia 4 de fevereiro de 1962. Nesse dia, houve uma grande concentração de planetas sob a constelação de Aquário. Quem quiser comprovar, é só pegar os principais jornais e revistas da época.

Muita gente diz que a Era de Aquário começou depois do ano 2.000. É o mesmo que ficar discutindo se o dia começa quando desponta o sol ou à meia-noite. Os antigos diziam e seguiam que o dia começa ao sair do sol. Para a mecanizada civilização atual, o dia começa à meia-noite. Para os pássaros, o dia começa com a aurora. Assim, face à aglomeração de planetas sob a constelação de Aquário no dia 4 de fevereiro de 1962, essa era já começou.

Cada Era tem uma duração média entre 2.140 e 2.160 anos. Esse número é resultante da divisão do tempo de duração de um ano sideral por 12, os 12 signos zodiacais. Se um ano sideral possui aproximadamente 25,8 mil anos terrestres, chegamos a um tempo médio 2,15 mil anos para cada Era.

Cada uma dessas épocas possui características muito próprias. O próprio símbolo de Peixes (passada Era) foi adotado pelo surgente cristianismo. Na Era de Áries, as religiões, monumentos, decorações, cultura, tudo se baseava na figura do carneiro. O mesmo aconteceu com os cultos mitraicos, na Era de Touro. A atual Era de Aquário caracteriza-se pelo energetismo e pela mística.

Ainda que tenham se passado apenas alguns poucos anos anos do início de Aquário, já se percebe sua influência em todas as áreas: das empresas às igrejas; da moda à arquitetura; da música às mudanças climáticas; da política à sexualidade.

Aquário é governado por Urano, um planeta de natureza explosiva, sensual e revolucionária. Nada ficará incólume em Aquário. Grandes mudanças ainda estão por vir. A natureza mística e religiosa de Urano pulverizará o materialismo ateísta de nosso tempo. A sexualidade será totalmente liberada, e, depois, exaltada e sacralizada. O subconsciente se tornará consciente. Os poderes psíquicos deixarão de ser privilégio de poucos. A competição, base da sociedade capitalista, será substituída pela cooperação, e o dinheiro terá pouco (ou nenhum) valor no futuro. A mentira e a superficialidade social deixarão de existir pelo simples fato de as pessoas perceberem diretamente, com o sentido psíquico, a falsidade alheia [passarão a perceber a realidade da vida e isso por si só acaba com o resto]. A violência, fruto da má polarização das pessoas com Urano, crescerá a níveis jamais imaginado, e só mais tarde se transmutará em paz espiritual. Stress e pressões psicológicas destroçarão cérebros e mentes antes que a humanidade descubra a suavidade da vida mística e espiritual.

Aqueles que souberem se polarizar positiva e construtivamente com Urano usarão sua força e seu poder para se elevarem espiritualmente e não para se matarem mutuamente em violências urbanas e conflitos bélicos ou disputas comerciais e políticas como ocorre hoje. Usarão a mística aquariana para se lançarem a novos níveis de consciência e sabedoria e não para explorar a boa fé das pessoas na comercialização dos tesouros de Deus. Canalizarão suas energias de forma positiva e construtiva, não mais desgastando-se no eterno jogo dos desejos insatisfeitos e da gratificação dos sentidos animais. Preferirão as experiências transcendentais da meditação em lugar do escapismo das drogas. Trabalharão para construir um mundo melhor em lugar de acumular riquezas e patrimônios transitórios. Louvarão e cantarão hinos de gratidão à Mãe Natureza em vez de destruir as formas de vida que nos sustentam e nos rodeiam. Abrirão seus olhos e ouvidos aos acordes maravilhosos da música e da arte régia dos grandes mestres em lugar do surrealismo das formas e cores e dos pesadelos sonoros que despedaçam cérebros e imbecilizam as mentes dos jovens. Verão o mundo, a vida, o universo, as criaturas, seres vivos e todas as formas de conhecimento como expressão da Única Realidade que se manifesta através da Ordem do Universo (Hierarquia), não havendo razão para qualquer tipo de disputa ou superioridade, cujo único fim é a felicidade de todos os seres.

A Civilização Holística do III Milênio

Ainda durante a Era de Aquário, a humanidade terrestre estabelecerá intercâmbio com humanidades de outros planetas. Será com esses contatos e esse intercâmbio comercial e cultural que a raça ariana, como um todo, conhecerá seu apogeu. Antes disso, porém, passaremos (como acontece neste momento) por choques e conflitos de gerações e profundas alterações nos cenários da política, do comércio, da mística, do comportamento, da família e da organização social como um todo.

Toda transição entre Eras é difícil, dolorosa e complicada. Sempre há conflitos e guerras. Sempre há a quebra do antigo e a implantação do novo. Sofrem aqueles que não compreendem esses ciclos; sofrem aqueles que vivem apegados à coisas, ideias e objetivos de vida. Sofrem também aqueles que não percebem que na vida nada é eterno, exceto as mudanças.

Alvin Tofler, escritor e futurista norte americano, fala de três grandes ondas. Bem, Tofler é um schollar saxão. Por isso, segue a cartilha dos materialistas e ateístas. Segundo Tofler, a primeira onda aconteceu há cerca de 10 mil atrás, e se caracterizou pelo estágio agrícola. A segunda onda foi a revolução industrial. E a terceira, a descoberta do átomo, que nos trouxe a eletrônica e a informática. Ou seja: estamos vivendo agora o impacto da terceira onda.

Dentro de pouco tempo sofreremos o impacto da Quarta Onda: as viagens espaciais, o comércio interplanetário, o intercâmbio cósmico e a convivência com seres extraterrestres, de forma clara e direta. Portanto, é preciso, desde agora, nos prepararmos para esse choque científico, cultural, antropológico, filosófico, artístico, religiosos, político. Mas, isso, a maioria desconhece.

Os crentes das diversas religiões e os céticos da ciência materialista negam essa possibilidade. Porém, é importante comentar, ainda que venham a rir desse assunto. A tônica fundamental da Quarta Onda é o holismo. Esta palavra, ainda nova, a cada dia se fará mais forte nas próximas décadas, sob o impacto da revisão dos conceitos que se processará, obrigatoriamente, em todas as esferas do conhecimento humano.

A visão holística não é nova. Os atlantes a conheceram, cientistas místicos que eram. E nós, na Idade de Ouro que se avizinha, também a conheceremos. O pensamento holístico se caracteriza pela interligação e integração de todas as práticas, conceitos e disciplinas. Não pode haver uma Idade de Ouro sem o holismo. O homem, hoje, não é um ser holístico. Pelo contrário: jamais em sua história, foi tão exclusivista, competitivo, excludente, egoísta, unilateral, existencialista e apartado de tudo, de todos e do Todo.

O Futuro da Humanidade

Podemos analisar este tema sob dois enfoques muito específicos: imediato e o futuro longínquo. O futuro próximo da humanidade é negro. Grandes catástrofes mudarão por completo o cenário terrestre. Milhões morrem, e muitos mais morrerão em função de guerras, catástrofes e acontecimentos cósmicos, como a entrada da Terra nos anéis radioativos de Alcione e a chegada de um planeta invasor. Isso provocará, dentre outras consequências: profundas mudanças psicoquímicas e psicofísicas; alteração profunda do clima do planeta; mudança do eixo magnético do planeta; afundamento de países; terremotos, maremotos e chuvas torrenciais; novas doenças e caos social.

As guerras, em que pese sempre terem estado presentes com o homem ao longo de toda sua história, desta vez alcançarão magnitudes jamais imaginadas, infelizmente, devido ao poder de fogo e destruição que reunimos. Não devemos nos iludir com aparentes sinais e promessas de paz. Os Senhores do Carma já julgaram esta humanidade, e sua sentença foi a condenação ao abismo. As guerras serão um dos instrumentos para a desencarnação maciça de pessoas.

As catástrofes, como as glaciações, são cíclicas. Nossos historiadores e antropólogos de cadeira são os únicos que não sabem disso. Os livros sagrados de todas as religiões registram essas catástrofes passadas e, também, advertências para o futuro. Sempre que a humanidade se esquece de sua origem e julga-se igual ou superior a Deus, é destruída porque nada existe e pode existir no universo se não de Deus, por Deus e para Deus [mas isso os materialistas ateístas desconhecem e ignoram].

Pelo menos dois ciclos terminam e começam em nosso tempo: o início de Aquário e o fim do Kali-yuga. Por si só, quem conhece os ciclos cósmicos, sabe que isso prenuncia terríveis acontecimentos. É o fim de uma humanidade e o começo de uma outra; o fim de uma raça ou sub-raça e o começo de outra. É o fim do materialismo (Idade de Ferro) e o início de uma cultura científico-religiosa-espiritual (Idade de Ouro).

Quanto ao futuro longínquo da humanidade, temos que considerar os ciclos maiores, como o de uma Raça e de uma Ronda. Dentro desses ciclos, enquanto se processa a vida na atual Ronda da atual Cadeia Planetária, da qual a Terra é o planeta mais denso, a atual humanidade, como um todo, mudará de planeta, mas não de reino. Quando terminar a 7 Ronda, aqueles que amadureceram como homens poderão passar para um estágio mais elevado. Porém, ao que tudo indica, a “colheita” desta humanidade será um fracasso. Assim, dois caminhos esperam esta humanidade atual: (1) a mecânica evolucionista esgotará todas as possibilidades humanas, estacionando em seguida; (2) ingresso na escala reevolucionista (iniciações maiores).

Aqueles que se dispuserem a conquistar os estágios superiores de consciência deverão trilhar O CAMINHO DA INICIAÇÃO (assunto a ser abordado em Posts futuros). Com isso lograrão atingir um estado mais elevado dentro da mecânica evolutiva da natureza. Por outro lado, aqueles que nada fizerem por si mesmos, aqueles, cuja Mônada (Essência, Alma) interior não tem interesse na auto-realização, ao final da atual cadeia planetária, encerradas todas as possibilidades humanas, viverão como elementais, livres, felizes por si mesmos, porém, totalmente inconscientes das infinitas grandezas do universo e do Absoluto. E quando chegar a Grande Noite Cósmica serão absorvidas pelo Imanifestado, perdendo toda e qualquer individualidade.

Enquanto isso, os que se autorrealizam, ao chegar a Noite Universal, também serão absorvidos pelo Absoluto, porém, sem perder a individualidade. E, ao amanhecer o próximo Dia, retornarão como Deuses (ou como homens se assim desejarem). Só os autorrealizados recebem missões e tarefas dos Deuses, que assim ajudam nesses infinitos processos de Creação Universal. Como diz Blavatski, “não há um só Deva que um dia não tenha sido homem”.

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