A Quinta Raça: Os Ários

Somos nós, a atual raça terrestre (ainda que existam outras sub famílias originadas dos atlantes, como os chineses, japoneses, coreanos, enfim, os asiáticos e orientais de modo geral, com exceção dos hindus, que formam o primeiro tronco ariano). Mas, antes de prosseguirmos acerca das raças, mais algumas palavras sobre a linguagem usada pelas raças anteriores.

As duas primeiras raças não tinham corpo físico como o nosso – viviam mais no Plano Etérico que no Plano Físico. Não tinham boca, logo não podiam falar. Eles se comunicavam telepaticamente ou psiquicamente. Os lemurianos, seres absolutamente psíquicos, ainda sem mente, tinham boca, porém não sabiam falar. Sua linguagem foi praticamente monossilábica. Também se comunicavam por telepatia. Os atlantes foram os primeiros a fazer uso da linguagem falada ou articulada, e dela já possuímos registros históricos (ainda que os historiadores neguem e se recusem a admitir tal fato). Naturalmente, cada sub-raça, teve sua própria língua ou seu próprio idioma. Como foram os toltecas que praticamente governaram a Atlântida, essa foi a língua mais falada, semelhante ao latim, quando Roma dominava o mundo ocidental (por assim dizer) na época. Os papiros antigos do Egito eram escritos na língua dos atlantes, o mesmo valendo para os manuscritos astecas e maias, muito deles hoje no museu britânico.

eleusis 9Comecemos, pois, a rápida história dos Ários. A Teosofia menciona o início da história ariana há cerca de 1 milhão de anos. Os sábios da época já sabiam da Grande Catástrofe que iria se abater sobre a Atlântida, e assim, havia soado a sineta do surgimento de uma nova Raça Raiz em nosso planeta. Essa primeira enorme catástrofe ocorreu há 800 mil anos. Depois, uma segunda gigantesca catástrofe afetou o cenário atlante; isso foi há 200 mil anos.

Portanto, queremos crer que há um milhão de anos iniciou-se o processo de escolha genética para a formação da 5ª raça-raiz. O passo concreto para o surgimento dos ários encontramos há cerca de 200 mil anos, quando “a raça da cor da lua” que habitava as montanhas do norte de Ruta foi isolada da civilização atlante. Esses montanheses eram parte da 5ª sub-raça atlante (os semitas).

Sem entrar em maiores detalhes, foi dito – por intermédio de sábios e sacerdotes, que mantinham contato direto com o Manu da Raça, como muitos Mestres hoje mantêm contato com determinadas pessoas e instituições – a esses montanheses que rumassem para uma terra longínqua, uma terra prometida, pois avizinhava-se uma nova catástrofe atlante, como, de fato, aconteceu há cerca de 80 mil anos. Parte da história de Israel pode estar calcada em cima desses dados.

Essa tribo navegou o mar do Saara (hoje deserto) prosseguindo depois a pé pelo sul do Egito (governado pelos toltecas) até chegarem à Arábia. O total da tribo somava uns 9 mil indivíduos, inclusive crianças. Depois de 2 mil anos na Arábia, a população aumentou para vários milhões de “indivíduos da cor da lua“. Desses milhões foram escolhidos algo como 700 famílias que emigraram para uma região, hoje chamada Deserto de Gobi, mas, naquele tempo, fértil e propícia terra para a formação de um novo tipo racial. Foi nessa região que o Manu da raça ariana fundou a cidade de Ilha Branca. Foi nessa região (na Ilha propriamente dita e nas margens e vales das proximidades do que foi o mar de Gobi) que, por milhares de anos se “cultivou” o tronco da raça ariana.

O estilo de construção, como não poderia deixar de ser, era ciclópico, com pedras enormes, até maiores que aquelas que se pode ver em Karnac. Naturalmente que os primeiros ários conheciam a ciência dos atlantes. Por isso mesmo não lhes era difícil movimentar gigantescos blocos de pedra. O estilo arquitetônico era muito parecido com as atuais construções das mesquitas. O próprio Taj Mahal, na Índia, tenta imitar aqueles antigos estilos de construção da Ilha Branca.

A Ilha Branca atingiu seu ponto máximo de evolução e esplendor há pelo menos 50 mil anos, tendo sido capital dum império que incluía toda a Ásia oriental e ocidental – do Tibet a Manchúria indo até o Sião (hoje Tailândia), abarcando, de passagem, todas aquelas ilhas entre o Japão e a Austrália, onde os primitivos ários deixaram marcas de sua passagem. Hoje a Ilha Branca jaz debaixo das areias do Deserto de Gobi. Sabem os estudiosos do oculto que estranha força mágica existe naquela região que impede os curiosos de se aproximarem e de se apoderarem de seus preciosos tesouros e segredos… Creio que num futuro bem próximo será possível escavar essa cidade, revelando-a ao mundo, como Troia, que também era considerada simples lenda, até que um “incrédulo” da ciência, com muito dinheiro no bolso, foi lá e provou aos “doutores” homens de ciência o quão enganados estavam.

Sub raças arianas

Atingindo o zênite da civilização troncal ariana era chegado o instante de espalhar pelo mundo a 5ª raça. Isso sempre é feito mediante migrações. Os arianos primevos sempre consideraram o nome de sua raça como sinônimo de “nobre”. De fato, aos ários estava reservada uma gloriosa missão, porém, veremos, algo levou ao fracasso. A primeira derivação ariana (que veio a formar a segunda sub-raça, posto que a primeira floresceu em torno das regiões originais, ao redor ou nas cercanias do Tibet, é a sub-raça Hindu (Indo-ariana), tendo emigrado para aquele país há cerca de 50 mil anos. Assim, a Índia e todo o sul da Ásia foi cenário para a segunda sub-raça ariana.

Em seguida, outra grande emigração aconteceu para a Arábia, há cerca de 42 mil anos. Essa emigração ariana encontrou nessa região outras tribos descendentes de atlantes, com as quais se mesclaram. Como eram maioria, logo “arianizaram” a região. Formou as civilizações da Babilônia, Caldéia e do Egito histórico.

Depois, há cerca de 30 mil anos atrás, aproximadamente, aconteceu a terceira emigração ariana, saída da Cidade Branca, nas orlas do Mar de Gobi. Essa terceira onda ariana, na realidade, não constituiu exatamente uma migração. Foi antes uma mobilização militar que, saindo da Cidade Branca, durante muitos anos abriu caminho pelos países próximos ao atual Irã. Somente depois de estabelecido ali um império ariano é que as mulheres e crianças da Cidade Branca para lá foram transferidas. Essa terceira sub-raça é denominada de “irânia” (hoje iraniana). Isso não quer dizer que o atual Irã seja exatamente o que sobrou daqueles antigos tempos. Como sabemos, ao longo do tempo, toda essa região sofreu muitas e diversas transformações.

Em seguida, nova onda migratória de um povo que ocupava um dos vales nas imediações de Gobi partiu em direção a Ásia Menor, indo, depois, até o Cáucaso. Esse quarto ramo ariano formaram os celtas [Keltoi]. Isso foi há cerca de 22 mil anos atrás. Os celtas, depois de 10 mil anos vivendo na Ásia Menor e no Cáucaso, rumaram à Europa, tendo fundado inúmeras colônias, de cima a baixo, do Oriente ao Ocidente.

Outro povo, que ocupava outro vale das imediações de Gobi, emigrou para a região do Mar Cáspio. Bem mais tarde chegaram ao que hoje é Cracóvia, na Polônia. Foram ou são os teutônicos, que acabaram se espalhando pela Prússia, Alemanha e chegando até a Escandinávia, formando o atual tipo anglo-saxônico (responsável pelas duas Grandes Guerras mundiais).

Os árabes, persas e greco-romanos, correspondendo as segunda, terceira e quarta sub-raças, respectivamente, já deram ao mundo o esplendor de seu império. Os teutônicos (ou anglo-saxões) de acordo com a Teosofia ainda não alcançaram o desenvolvimento que lhes cabe. Embora concordemos com as palavras da Grande Mestra Blavatsky sobre uma esplendorosa civilização europeia futura, não podemos esquecer que esses mesmos povos hoje, no final do século XX, alcançaram um estágio de vida e uma projeção cultural poucas vezes vista na história da humanidade.

A 6ª sub-raça ariana está se formando na América. Na América Latina, o processo de formação aconteceu rápida e tranquilamente. Os americanos do norte é que se negaram a se misturar com o sangue indígena, tendo assassinado os descendentes atlantes que ali viviam na época da colonização. Por isso, diz a Teologia Gnóstica, “a Fraternidade Branca teve que transformar o território norte-americano num verdadeiro crisol (forja) de fundição racial”.

A sétima sub-raça ariana deverá ser formada pelos remanescentes arianos que sobreviverem ao cataclisma que se aproxima e que liquidará com a raça ariana, cujos maiores acontecimentos deverão se precipitar muito em breve. A Bíblia Sagrada, aborda sabiamente o tema “fim dos tempos“, em seus livros apocalípticos.

A Sabedoria Gnóstica diz que a raça ariana, em vez de evoluir (como as anteriores), involuiu; sua degeneração é maior que a degeneração da raça atlante de seu tempo, e a maldade dos filhos arianos já alcançou os céus. Na Atlântida, mesmo durante as guerras, nenhum povo ou país bombardeava indefesas populações civis como se fez na II Guerra Mundial. Hoje, as guerras e os crimes adquiriram matizes ainda mais perversos. Por aí bem pode imaginar o estimado leitor nosso nível de degeneração e de falta de respeito para com a vida alheia.

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