Os Atlantes

Atlantida fimA formação da quarta raça-raiz, a dos atlantes, começou pela seleção dos melhores tipos da quarta sub-raça lemuriana. Uma raça sempre surge do seio da anterior. Assim, enquanto prosseguia a civilização lemuriana, o Manu [Guia ou Regente] encarregado da formação e desenvolvimento da raça atlante, escolhia os melhores tipos humanos da época, destinando-lhes encarnações adequadas. De início foram escolhidos milhares e depois, desses, selecionados apenas os melhores, os mais evoluídos tanto em forma física quanto em princípios interiores.

O sábio brâmane Subba Rao afirma que os lemurianos eram de cor negro-azulada e, os atlantes, vermelho-amarelada, ficando os ários, mais tarde, com o branco-moreno. O Manu da 4ª raça eliminou o azul dos lemurianos, chegando ao vermelho, que misturado com o branco azulado da sétima sub-raça lemuriana, conseguiu estabelecer uma raça-tipo para os atlantes, já com forma e aparência totalmente humana (praticamente idêntica ao atual tipo humano, embora, bem mais altos que nós – medindo entre 2,5m e 4 m de altura).

A execução desse trabalho durou aproximadamente um milhão de anos. Estabelecida a raça-tipo atlante, com o passar do tempo, dependendo desde fatores climáticos até os sucessivos cruzamentos, suas sub-raças adquiririam tonalidades que variavam do vermelho-escuro dos toltecas, que foi a terceira sub-raça atlante, até os tipos amarelados, que mais tarde originaram o tipo chinês.

Apreciaria imensamente discorrer aqui longamente sobre aquela brilhante e esplendorosa civilização atlante que conheceu progressos técnicos e científicos que nossa ciência ainda não conseguiu igualar. Porém, devido a didática, exponho apenas os aspectos essenciais dessa raça que nos antecedeu no cenário terrestre.

Os atlantes conheceram todo o esplendor de seu império que ocupava toda essa porção hoje denominada Oceano Atlântico através de sua terceira sub-raça: a tolteca, por assim dizer, autêntico símbolo atlante.

Os toltecas, de natureza guerreira, por milhares de anos detiveram o governo do mundo. E seu ápice foi há cerca de 1 milhão de anos, 150 mil anos antes do primeiro grande afundamento daquele continente. Estabeleceram cidades na América, Europa e África. Os testemunhos históricos dessa presença podem ser vistos nas grandes pirâmides do Egito e do México, no que sobrou da magnífica civilização asteca e maia, legítimas famílias toltecas. O Egito, muito antes de conhecer a presença ariana, recebeu em seu solo várias e grandes cidades atlantes. Porém disso nada sabe a História oficial que insiste na fantasia do homem das cavernas e de antepassados humanos pulando de galho em galho.

Os atlantes conheciam os segredos da natureza que, aplicados com fins egoístas, é magia negra. Foi a magia negra dos atlantes que provocou a ruína de sua civilização em quatro grandes catástrofes: Uma há cerca de 800 mil anos, outra há 200 mil anos, a terceira há 80 mil anos e a última há cerca de 12 mil anos, afundando a Ilha de Poseidônis. Porém, esses conhecimentos, quando aplicados cientificamente, produzem resultados maravilhosos. Foi assim que eles nos legaram o trigo e diversos grãos. O trigo, rezam as tradições antigas, é procedente de Vênus e, aqui na Terra, foi melhorado mediante processos genéticos, que os atlantes dominavam com grande maestria.

A banana é outro exemplo de melhoria genética, cuja fruta original era uma espécie de melão. O combustível, que fazia mover os veículos dos atlantes, não era derivado do petróleo. Eles conheciam o segredo da desgravitação dos corpos, anulando a lei da gravidade. Foi assim que construíram as pirâmides com pedras gigantescas que os arianos ainda não conseguiram fazer, a não ser grosseiramente e com materiais inferiores à dura rocha.

Os metais eram muito usados e habilmente trabalhados, especialmente o ouro e a prata. O Egito, por exemplo, só veio a conhecer o ferro através dos hititas. Até então só sabiam, filhos de atlantes que eram, trabalhar o ouro e a prata. A alimentação básica da aristocracia atlante era feita de grãos, embora, em segredo, comessem carne, tida como alimento das classes mais inferiores. Também eram muito dados à frutas, verduras e leite.

O sistema de governo era teocrático, sob a direção dos “reis divinos”, que foram sete ao todo. Ao rei estavam subordinados os governadores de províncias, e sob a tutela destes, outra hierarquia, semelhante aos nossos prefeitos. Com o decorrer do tempo, do acréscimo da riqueza e do luxo, mais os abusos dos costumes, aos poucos foi enfraquecendo a força moral dos atlantes e seu império foi se desfazendo ao longo dos séculos. Esse “amolecimento”, inclusive, os levou ao gradativo afastamento de Deus. O resto foi mera consequência, como os afundamentos cíclicos que se encarregaram de sepultar para sempre o que foi a mais poderosa civilização que este planeta já conheceu até nossos dias.

Para encerrar nossas palavras acerca dos atlantes, resta-nos fazer alguns comentários sobre suas sub-raças. A primeira delas foi denominada Ramohal, formada basicamente de iniciados e discípulos procedentes da antiga cadeia lunar (que aguardavam, no Nirvana, data propícia para encarnação em nosso planeta). A segunda sub-raça ficou conhecida como Tlavatli, e dela não temos nenhum registro, a não ser que foi conquistada, certa vez, por aquele guerreiro tolteca que mais tarde veio a ser Júlio César, em Roma. Os Toltecas formaram a 3ª sub-raça atlante. Eles praticamente, como fazem os EUA agora nas esferas política, econômica e militar, influenciaram todo o mundo da época com seu conhecimento, sabedoria, poder militar e supremacia política, cultural e genética.

A 4ª sub-raça atlante foi denominada de Turânia ou Turaniana, que floresceu na região da Ásia Menor. A raça turânia deu origem aos chineses; outras famílias ou ramos seus formaram o que ficou conhecido pela nossa história como Babilônia e Caldéia históricas. Essas cidades e países atlantes são muito mais antigos do que supõem a História. Foram ainda os turânios os progenitores das civilizações sumero-acadianas.

Depois, na sequência, os atlantes derivaram os Semitas (5ª sub-raça), da qual se originou a atual Raça Ariana; a Acadiana, em si mesma (6ª sub-raça); e por último os Mongóis, ao norte da China, que foi a 7ª e última sub-raça atlante.

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